EfluVid: Como a pandemia da COVID-19 pôde influenciar e intensificar a queda de cabelo?

EfluVid: Como a pandemia da COVID-19 pôde influenciar e intensificar a queda de cabelo?

Você notou que sua queda de cabelo pode ter se intensificado durante a quarentena? Calma, não é motivo para pânico!

O aumento visível da queda dos cabelos, diariamente, tem sido um dos problemas mais frequentemente relatados nos consultórios dermatológicos no decorrer do período de isolamento social. Mas por que a queda de cabelo se intensificou durante a pandemia?

O estresse e a mudança repentina de hábitos são as principais causas do Eflúvio Telógeno Agudo (nome dado ao aumento expressivo no número de fios de cabelo perdidos diariamente), que se tornaram rotina nos consultórios dermatológicos durante a quarentena.

E para designar o Eflúvio Telógeno agudo, oriundo do aumento do estresse e da mudança de hábitos repentina por conta da pandemia da COVID-19 e seus consequentes isolamento social e quarentena, sendo portanto, estes os estímulos desencadeantes que resultam em mudança prematura dos folículos anágenos para a fase telógena, chamamos esta queixa de EfluVid,

 

EfluiVid: Queda de cabelo intensificada durante a Quarentena

Os fios possuem três fases: a fase de crescimento conhecida como “Fase Anágena”, repouso “Fase Catágena” e queda conhecida como “Fase Telógena”. Em situações normais, perdemos cerca de 100 a 120 fios de cabelo por dia. Já quem sofre com a EfluVid, chega a perder 200 ou até mesmo 300 fios de cabelo diariamente.

O motivo de tudo isso, é que o folículo capilar é extremamente sensível a mudanças repentinas em nosso organismo, possuindo uma etiologia de padrão reacional para diversos estressares físicos ou mentais: como alterações na rotina, mudanças nos hábitos alimentares, estresse, o uso de certos medicamentos, emagrecimento acelerado e etc, todos estes fatores influenciam negativamente a queda capilar.

 

EfluiVid: principais causas

Estresse: Talvez a principal causa do aumento da queda capilar. Difícil não se sentir mais ansioso ou estressado durante o isolamento social. O medo do vírus, alterações na rotina, dificuldades financeiras são alguns dos motivos que vem causando todo esse desequilíbrio emocional. Quando estamos estressados, produzimos mais Cortisol, o que impede a absorção de nutrientes, favorecendo a EfluVid.

Medicamentos: Um problema pode acabar levando a outro. O estresse e o desequilíbrio emocional têm gerado um aumento no consumo de ansiolíticos e antidepressivos. Estes medicamentos podem ter efeitos colaterais como a queda de cabelo, principalmente se forem ingeridos sem prescrição e orientação médica.

Hábitos Alimentares: A mudança na rotina fez com que grande parte das pessoas alterassem seus hábitos alimentares. O consumo de alimentos congelados, frituras e Fast-Foods aumentou durante a pandemia. A falta de uma alimentação balanceada com frutas, verduras, legumes e fontes de proteína magra, e também o aumento do consumo de açúcar, gorduras e sal, podem provocar uma série de malefícios a saúde, além de contribuir para a EfluVid.

Higiene: A pandemia também fez as pessoas economizarem no banho e em produtos de higiene capilar. Os cabelos precisam ser lavados diariamente, ou no máximo a cada 2 dias, com produtos adequados para o seu tipo de cabelo. A falta de higienização na região capilar contribui para o desenvolvimento de doenças como a dermatite seborreica (caspa) que consequentemente poderá favorecer a queda.

 

Como lidar com a EfluVid?

Respirar fundo e manter a calma pode ajudar a aliviar a tensão. Busque por atividades prazerosas, mantenha a mente sempre ocupada e siga em frente! Lembre-se de manter uma alimentação balanceada e os devidos cuidados com a higiene.

A busca por ajuda médica em casos de EfluVid é essencial para um diagnóstico e tratamento adequado. Algumas fórmulas manipuladas também podem auxiliar no tratamento. Fórmulas que estimulam o bulbo capilar e devolvem a densidade dos fios, podem ser desenvolvidas especialmente para o seu tipo de cabelo. Consulte seu dermatologista.

 

Contra a EfluVid: BIOENERGIZER™ P + BIO•FATORES

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BIOENERGIZER™ P estimula o bulbo capilar, aumentando a densidade e a velocidade de crescimento dos cabelos. A ação deste princípio ativo ainda é capaz de prevenir problemas dermatológicos como a caspa.

Os BIO•FATORES são os Fatores de Crescimento exclusivos da Vepakum Farma, com a poderosa VexPress™ Technology, que produz fatores de crescimento em sua forma biologicamente ativa, e ainda fornecem lipossomas padronizados com alta permeação cutânea.

Não se esqueça de consultar o seu dermatologista.

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Como ter uma rotina saudável e ser mais produtivo no Home Office

Como ter uma rotina saudável e ser mais produtivo no Home Office

O Home Office já era realidade para alguns dos trabalhadores brasileiros mesmo antes da pandemia do novo Coronavírus (COVID-19). Segundo o IBGE, cerca de 3,8 milhões de pessoas já trabalhavam no conforto de suas casas.

Os dias de quarentena e distanciamento social, trouxeram para muitos brasileiros a realidade desta modalidade de trabalho, sendo ela diferente do que grande parte da população estava acostumada até então. Trabalhar em casa pode até parecer mais fácil, porém, a adaptação ao novo “ambiente de trabalho” pode exigir mais esforços do que se imagina para quem não está acostumado. Distrações podem tirar a sua concentração, no ambiente familiar, muitos são os fatores que podem fazer você perder o foco e caso não tome os cuidados necessários, até a saúde pode ser afetada.

Nesse post, vamos dar algumas dicas para ter uma rotina saudável e também ser mais produtivo no Home Office.

 

1 – Estabeleça uma rotina e monte um cronograma de trabalho

Você deve ter em mente, que grande parte das empresas, fornecedores e clientes, estão trabalhando em horário comercial. Portanto, para ser produtivo, não adianta ter horários malucos ou trabalhar durante a madrugada. Sua rotina deve estar alinhada com a mesma rotina de trabalho que você tinha enquanto trabalhava no escritório.

 

2 – Nada de pijamas

Trabalhar de pijama ou com a roupa de dormir pode até parecer mais confortável, mas você precisa mostrar para o seu cérebro que apenas o ambiente de trabalho mudou, mas a rotina é a mesma. Além do mais, você poderá receber uma chamada de vídeo inesperada, do seu chefe ou de algum cliente importante, e você não vai querer ser pego desprevenido em frente a câmera.

 

3 – Monte seu espaço de trabalho

Ao trabalhar em um escritório o deslocamento de casa até o trabalho, o horário da saída para o almoço e até mesmo o simples ato de levantar da sua mesa e conversar com um colega, ajuda o seu cérebro a se condicionar as tarefas do dia-a-dia, ao trabalhar em casa, você pode ter dificuldade em estabelecer essa relação entre ambiente e trabalho. Portanto, trabalhar na cama nem pensar! Você precisa ter um local para chamar de escritório, e de preferência, sem distrações (como a TV ligada por exemplo). Pode ser a mesa da cozinha, escrivaninha, ou qualquer outro espaço no qual você possa trabalhar tranquilamente e sem interrupções.

 

4 – Se organize

Após estabelecido o ambiente onde será o seu local de trabalho, lembre-se de deixá-lo organizado como em seu escritório na empresa. Deixe seus equipamentos de trabalho, materiais e documentos organizados e com fácil acesso. Nada de deixar itens pessoais por perto! Eles são um chamariz para a distração ao longo do dia.

 

5 – Mantenha-se Motivado

 

Através de uma simples lista de tarefas, você poderá se manter mais organizado, motivado e aumentar a sua produtividade durante o home office. Ao criar a sua lista, pense e liste seus objetivos de longo prazo e as tarefas que deverão ser realizadas (curto prazo) para alcançá-lo. Lembre-se que dividir as tarefas ao longo do dia faz com que você estabeleça pequenas metas e se mantenha motivado, permitindo que você visualize seu progresso diário.

Lembre-se a melhor forma de se fazer listas é digitando ou escrevendo em um caderno, nada de manter sua lista apenas na sua cabeça, riscar o que já foi concluído é sempre gratificante.

 

6 – Cuidado com a Postura

 

Nem todo mundo tem uma cadeira confortável e ergonômica própria para os dias de Home Office.

Caso você não tenha uma cadeira com um bom apoio para as costas e para os braços, você pode colocar uma almofada no encosto da cadeira e caso sinta necessidade, outra no assento. Longas jornadas de trabalho podem afetar a sua coluna caso você não esteja sentado apropriadamente. E cuidado com a postura!

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7 – Deixe claro que está trabalhando

 

Não importa o ambiente escolhido para se tornar o seu espaço de trabalho, se você mora com mais alguém, é preciso deixar claro que você está em sua jornada de trabalho e não pode ser incomodado durante o expediente.

 

8 – Faça pausas

 

Durante a rotina de trabalho no escritório, é normal realizarmos as pausas para o café, conversar um pouco com um colega de trabalho ou ir ao banheiro. No Home Office as pausas também são importantes para manter a produtividade.

Mas cuidado com as distrações e pausas muito longas, lembre-se que você está trabalhando!

 

9 – Cuidado com as longas jornadas de trabalho

 

Lembre-se que como no escritório, você deve respeitar a sua jornada de trabalho. Nada de trabalhar a mais por estar se sentindo entediado ou porque você ama trabalhar (essa é para os Workaholics!!!). Tente trabalhar durante o mesmo período em que trabalhava antes da quarentena, mantendo a sua rotina.

 

10 – Aproveite o tempo livre

 

De fato, quem está de Home Office não precisa perder tempo no trânsito ou no transporte público. Aproveite o tempo extra para realizar as tarefas domésticas, assistir seriados, ler um livro, aprender um novo idioma ou até mesmo adquirir um novo hobby.

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Diabetes: Sinais de alerta

O Diabetes Mellitus é uma doença silenciosa que afeta milhões de pessoas ao redor do mundo, e que se não tratada, pode ter consequências catastróficas para a saúde, podendo levar a morte. Dados da Federação Internacional de Diabetes – IDF em 2017 demonstram que, 425 milhões de pessoas vivem com diabetes e 374 milhões com pré-diabetes em todo o mundo.

Este mesmo estudo, estima que 12,5 milhões de pessoas já eram diabéticas no Brasil. Considerando que essa é uma doença crônica e progressiva, estima-se que neste mesmo período mais de 16,8 milhões de brasileiros tenham desenvolvido o estágio inicial desta doença, mas apenas 1/3 destes pacientes foram diagnosticados. Apesar disso, 42% das pessoas não sabe o que é a condição e quais são suas consequências.

Dados atuais (Atlas IDF 2019), estimam que o Brasil é o país com maior número de pessoas Diabéticas na América Latina, estima-se que 1 em cada 9 pessoas entre 20 a 79 anos tem diabetes, sendo o Brasil o 5° país no mundo em número de pessoas diabéticas. Entre 2010 e 2016, o diabetes já vitimou com óbitos 406.452 pessoas em território nacional.

De acordo com a IDF (Federação Internacional do Diabetes), em 2035 o número de diabéticos ao redor do mundo pode chegar a 592 milhões caso a doença não seja controlada.

Esse crescimento constante do Diabetes está associado a uma série de fatores sejam genéticos ou relacionados aos maus hábitos no estilo de vida de cada indivíduo.

 

Entendendo o Diabetes

O diabetes mellitus é um distúrbio metabólico que surge das interações complexas entre múltiplos genes e fatores ambientais ou de estilo de vida. Esta doença crônica é caracterizada pela presença de hiperglicemia devido a secreção defeituosa de insulina, ação da insulina ou ambos.

A insulina é um hormônio produzido pelas células β pancreáticas e é responsável pelo controle da glicose sanguínea, permitindo a entrada da glicose para o tecido muscular e adiposo onde é convertida em energia

Nos estágios iniciais da doença, o corpo passa a não reconhecer a insulina produzida, ou reconhecê-la parcialmente, o que faz com que células β produzam mais insulina para suprir o déficit de glicogênio.

As células β, porém, começam a falhar, e a falta de insulina faz com que o corpo não consiga regular os níveis de glicose sanguínea. Como consequência, há falta de energia nas células e excesso de açúcar no sangue.

As duas principais formas desta síndrome resultam ou da falta de hormônio regulador do metabolismo “insulina” (diabetes tipo 1), ou porque os tecidos do corpo não respondem à insulina (diabetes tipo 2). A maioria ou 90% dos pacientes com diabetes têm Diabetes Tipo 2.

O diabetes a longo prazo está associado a várias comorbidades, como disfunção erétil, cegueira, má cicatrização de feridas, insuficiência renal, doença cardíaca, etc. Como resultado de consideráveis danos, à disfunção e falha de vários órgãos são desenvolvidas à medida que a doença progride.

 

Pré-Diabetes

O termo pré-diabetes foi desenvolvido pela Associação Americana de Diabetes (ADA) há alguns anos, como estratégia de conscientização da população e prevenção do diabetes tipo 2. O Pré-diabético está em um estágio intermediário entre uma pessoa considerada saudável e um diabético, sendo portanto, um sinal de alerta para o desenvolvimento da doença.

Alguns exames podem ser realizados para diagnosticar o pré-diabetes. A condição é definida por 3 parâmetros específicos:

• Glicemia de jejum alterada: definida pela glicemia de jejum entre 6,0 e 6,9 mmol/L (100 a 125 mg/dl);
• Tolerância à glicose diminuída: definido pelo teste oral de tolerância à glicose (OGTT), glicemia medida 2 horas após a ingestão de 75 gramas de glicose anidra entre 7,8 e 11,0 mmol/L (140– 199 mg/dl);
• Hemoglobina Glicada (HbA1c): entre 5,7% e 6,5.

Infelizmente, muitos pacientes quando descobrem o diagnóstico pré-diabetico, não enxergam ali uma oportunidade para que a doença não progrida e só haverá consciência da magnitude da doença em si quando ela estiver instalada.

De acordo com a SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), 50% das pessoas com diagnóstico de pré-diabetes irão desenvolver a doença no futuro.

 

Sinais de alerta para o Diabetes

Além dos fatores genéticos e os maus hábitos, existem alguns fatores de risco que podem contribuir para o desenvolvimento do Diabetes Mellitus Tipo 2. São eles:

• Diagnóstico de pré-diabetes;
• Hipertensão;
• Colesterol alto ou alterações na taxa de triglicérides sanguíneos;
• Sobrepeso, principalmente se a gordura estiver concentrada em volta da cintura;
• Pais, irmãos ou parentes próximos com diabetes;
• Doenças renais crônicas;
• Mulheres que deram à luz crianças com mais de 4kg;
• Diabetes gestacional;
• Síndrome de ovários policísticos;
• Diagnóstico de distúrbios psiquiátricos – esquizofrenia, depressão e/ou transtorno bipolar;
• Apneia do sono;
• Uso de medicamentos da classe dos glicocorticoides.

 

Prevenção do Diabetes

A melhor maneira de prevenir o diabetes é lidando com o quadro pré-diabético e impedindo uma possível evolução da doença.

A mudança do estilo de vida, com a prática de atividades físicas e com a reeducação alimentar gerará uma consequente perda de peso o que pode reduzir o avanço do diabetes. Em alguns casos o tratamento farmacológico pode ser indicado, reduzindo ainda mais as chances de desenvolvimento da doença. Os nutracêuticos podem representar uma alternativa complementar ou combinada aos medicamentos prescritos no tratamento de pré-diabetes.

 

Os benefícios à saúde dos flavonóides derivados de cítricos no pré-diabetes

Muitas pesquisas têm sido realizadas sobre a eficácia de flavonóides derivados de cítricos na redução da hiperglicemia, dislipidemia, resistência à insulina e processos inflamatórios sistêmicos, auxiliando assim no gerenciamento da pré-diabetes inter-relacionada às preocupações com a saúde do indivíduo. Embora estudos individuais sobre a promoção da saúde através dos benefícios dos flavonóides de cítricos foram conduzidas no passado, ficou claro que a estratégia terapêutica mais eficaz seria abordar os muitos sistemas fisiológicos que interagir para melhorar a resistência à insulina e captação de glicose em tecidos periféricos.

 

ERIOMIN ™ – Tripla ação no gerenciamento da hiperglicemia e reversão do pré-diabetes

ERIOMIN™ é um princípio ativo desenvolvido por uma empresa norte-americana e é capaz de gerenciar os níveis de glicose sanguínea e reverter o quadro pré-diabético.

ERIOMIN™ é um blend patenteado de flavonoides cítricos com tripla ação atuando diretamente no gerenciamento da hiperglicemia, na manutenção dos níveis normais da inflamação e no aumento da capacidade antioxidante. ERIOMIN™ possui estudos clínicos que comprovam a sua capacidade de reversão do pré-diabetes em 25% dos pacientes.

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*ERIOMIN™ é importado e distribuído exclusivamente pela Vepakum Farma.

 

American Diabetes Association. Classification and diagnosis of diabetes. Diabetes Care. 2019 Jan; 42 (Supplement 1): S13-S28.

Centers for Disease Control and Prevention. National Diabetes Statistics Report, 2020. Atlanta, GA: Centers for Disease Control and Prevention, U.S. Dept of Health and Human Services; 2020.

Ribeiro CB, Ramos FM, Manthey JA, Cesar TB. Effectiveness of EriominTM in managing hyperglycemia and reversal of prediabetes condition: A double‐blind, randomized, controlled study. Phytotherapy Research. 2019;33: 1921–1933. https://doi.org/10.1002/ptr.6386

Dor: principais causas e tratamentos

Dor: Principais causas e tratamentos

Afinal, o que é DOR?

Quando batemos o cotovelo em uma quina da parede, ou quando damos aquela topada com o dedinho do pé ou então cortamos o dedo com uma folha de sulfite, nesse momento, impulsos elétricos são enviados para o nosso cérebro que por sua vez, reconhece este comendo e envia como resposta uma sensação incomoda que sentimos instantaneamente como sinal de alerta, este sinal é conhecido como “dor”.

A dor é completamente subjetiva e pessoal, podendo variar de indivíduo para indivíduo. Suponhamos que 2 pessoas totalmente saudáveis sejam expostas ao mesmo estímulo, um beliscão no dorso da mão, a percepção de dor (ou nível da dor) de uma pessoa pode ser completamente diferente da outra, mesmo sendo expostas ao mesmo estímulo e sob as mesmas condições.

Por mais que esteja relacionada há um dano tecidual real ou potencial, o que é doloroso para uns, pode não ser doloroso para outros. Tudo depende de como o cérebro interpreta estes estímulos.

Junior Cigano, lutador de MMA, certa vez relatou em uma matéria para o portal de notícias BOL, que prefere levar vários socos no rosto do que ser picado por uma agulha (coisa que a maioria das mulheres tiram de letra). “Quando vou ao médico digo que prefiro 30 socos na cara a enfiarem esse negócio em mim (agulha)”, e complementa, “Na luta existe a sensação de que eu posso me proteger, mas no consultório estou à mercê do médico e só posso aceitar as determinações dele”, se referindo aos exames de rotina que lutadores de MMA são submetidos de forma rotineira.

A dor apresenta características singulares a cada indivíduo, envolvendo fatores psíquicos, socias e até mesmo culturais. O meio em que vivemos pode alterar por completo a nossa percepção da dor. Quando sofremos uma injúria dolorosa, a reação de um ente querido frente ao ocorrido, pode tornar o incidente muito mais doloroso do que realmente é.

 

Por que sentimos Dor?

Apesar da sensação desagradável que a dor nos propicia, ela é vital para o ser humano. A dor é um sinal de alerta, quando sentimos dor, o estímulo instantâneo que ela provoca é de que nós devemos nos afastar daquilo que a causou.

Já imaginou se não sentíssemos dor ao pisar num prego por exemplo? Nós jamais saberíamos do dano que ele teria causado. Queimaduras graves, fraturas e diversas doenças poderiam ter repercussões catastróficas, podendo levar a problemas mais sérios ou até mesmo a morte.

A dor é, portanto, um mecanismo de defesa do ser humano, sendo considerado um sinal vital tão importante quanto a respiração ou a frequência cardíaca.

Os Nociceptores, são sensores presentes em nossa pele, músculos e ossos, e são responsáveis por transformar o estímulo doloroso em impulso elétrico que será levado até o cérebro causando a sensação da dor. O “Mecanismo da Dor” pode ser dividido em 4 etapas, conforme o esquema a seguir:

Os Diferentes tipos de Dor

A Dor é considerada Aguda, quando tem duração inferior a 12 semanas. Normalmente, a dor aguda é decorrente de lesões teciduais ou processos inflamatórios. Quando a dor se estende além desse período, é considerada Crônica e deverá ser acompanhada de tratamento.

A dor crônica pode provocar uma série de reações que se desenvolvem gradualmente, como: cansaço, distúrbios do sono, diminuição do apetite, perda do paladar, diminuição da libido, constipação intestinal. Tudo isso faz com que a dor tenha impactos sociais à vida do indivíduo, podendo acarretar em problemas familiares, no trabalho e em outros pilares da convivência social.

Há também um terceiro tipo de dor, a dor Recorrente, que é caracterizada por períodos de curta duração que cessam e retornam novamente, podendo se estender ao longo de toda a vida do indivíduo.

A dor crônica ou persistente pode se subdividir em 2 tipos, de acordo com o mecanismo pelo qual foi gerada:

Nociceptiva: Resultante da ação direta dos Nociceptores, em resposta a uma lesão tecidual na pele, músculos ou ossos. O estímulo doloroso poderá ser de origem mecânica, química ou térmica.

Neuropática: Lesão ou doença que tem origem no sistema nervoso periférico ou sistema nervoso central. Quem sofre com a dor neuropática normalmente enfrenta problemas físicos e psicológicos, sendo, portanto, mais difícil de se diagnosticar e tratar.

 

A dor no esporte

Atletas de todas as modalidades têm convívio contínuo com a dor. O Excesso de treino, pouco descanso entre as competições, levam o corpo humano ao limite, estes e outros fatores, geralmente são percursores das dores articulares e crônicas.

Foi cientificamente comprovado, que atletas de modalidades como o MMA, futebol e Rúgbi tem maior tolerância a dor do que atletas de outras modalidades, por estarem em convívio constante com a dor.

Mas alguns desses atletas acabam respondendo de maneira diferente a estes estímulos. Estudos comprovam que a exposição prolongada a dor para alguns indivíduos pode estender ainda mais a sensação de dor a longo prazo. Isso ocorre porque as células do local afetado passam a responder mais rápido aos estímulos dolorosos. Com isso, muitos ex-atletas passam a se queixar de dores nas articulações e outras estruturas como o joelho e coluna, que sofrem atrito constante devido ao esporte.

Atletas também convivem constantemente com a DOMS (Dor Muscular de Inicio Tardio). A DOMS caracteriza-se como a dor que sentimos algumas horas depois da pratica esportiva e podendo permanecer por até 48h após a atividade física. Quando essa dor é intensa ou perdura por longos períodos, pode ser indício de alguma lesão a ser tratada.

Os analgésicos podem até parecer a solução, mas a série de efeitos colaterais provocados e o fato de prejudicar o desenvolvimento da musculatura, costumam levá-los de heróis a vilões, sendo, portanto, melhor utilizados em situações de maior necessidade.

 

É possível medir o nível da dor?

Infelizmente, ainda não existe nenhum equipamento que possa medir ou escalonar o nível da dor. Como dito anteriormente, a dor é pessoal e única, podendo ser interpretada e escalonada de acordo com a percepção de cada indivíduo.

Porém, em consultórios médicos, é utilizado um instrumento (normalmente uma régua) com a escala visual analógica EVA da dor. A escala foi utilizada pela primeira vez por Hayes e Patterson em 1921.

A escala, deve ser lida da esquerda para a direita, de 0 a 10, e é utilizada para rastrear a progressão da dor durante o processo de tratamento do paciente.

 

 

A escala EVA também é utilizada para medir outras sensações, como o humor, apetite, qualidade do sono e etc. Existem evidências conflitantes relacionadas a eficácia da escala EVA, porém, ainda é o método mais utilizado dentro de clínicas e consultórios médicos.

 

Principais causas da dor

Doenças, lesões, progressão da idade, dentre outras causas que podem ser originadas por conta de alguns hábitos do cotidiano, podem trazer consequências sérias a saúde.

Idade – De acordo com a Sociedade Brasileira do Estudo da Dor (SBED), cerca de 2/3 da população idosa sofre com algum tipo de dor. Com o avanço da idade, o corpo fica mais frágil, há perda de musculatura e massa óssea e o sistema imunológico não possui mais a mesma capacidade de proteção contra doenças e infecções. Doenças relacionadas a saúde óssea são extremamente comuns nessa fase da vida.

Alimentação inadequada – A má alimentação pode trazer sérias consequências à saúde, facilitando tanto o surgimento de doenças quanto favorecendo o aparecimento de dores e lesões já existentes. Frituras, embutidos, gorduras, açúcar e o álcool provocam a ação intensificada dos radicais livres e dos processos inflamatórios.

Sedentarismo – A musculatura fica fraca, fica mais difícil de controlar o peso na balança e a energia desaparece. Dores nas costas e membro inferiores podem se tornar recorrentes e outros problemas de saúde podem surgir.

Sobrepeso e Obesidade – Normalmente são associados ao sedentarismo e a má alimentação. Quando ganhamos peso, a musculatura começa a perder a capacidade de sustentar o peso do corpo por si só, podendo provocar dores musculares e articulares, principalmente nos membros inferiores. O ganho de peso também facilita o surgimento de diversas outras doenças, o que torna a obesidade uma das maiores vilãs da saúde.

Exercitar-se da maneira errada – O exercício físico pode ser a solução contra o sedentarismo, porém, se praticarmos a atividade física da maneira equivocada ou levarmos o nosso corpo além do limite, lesões e outros problemas podem surgir com facilidade. Na fase inicial da prática esportiva, a orientação de um profissional é essencial para obtermos melhores resultados e evitar possíveis lesões decorrentes da prática esportiva.

Estresse, ansiedade e distúrbios do sono – Um problema pode levar ao outro, e ambos dificultam o bom funcionamento do organismo. São capazes de elevar a sensibilidade a dor e diminuem a capacidade analgésica natural do cérebro. Estresse, ansiedade e noites mal dormidas também podem favorecer a má alimentação, o sedentarismo e o ganho de peso.

 

Tratamento para a dor

O primeiro passo é identificar a origem da dor para assim, poder trata-la. A medicação se torna crucial para o tratamento, sobretudo, da dor crônica. Outras medidas importantes também podem ser adotas em conjunto com os medicamentos para solucionar o problema.

A terapia medicamentosa pode ser composta analgésicos e anti-inflamatórios, ou até mesmo opioides no caso das dores agudas e crônicas. A despeito da dor crônica, principalmente a neuropática, o paciente pode enfrentar problemas psicológicos por conta da dor incessante, e outros tipos de medicamentos podem ser incluídos na terapia.

Em alguns casos mais graves, dependendo de sua origem, a dor pode permanecer por toda a vida do paciente, e além do auxílio médico, o auxílio psicológico deve ser incluído no tratamento. A impossibilidade de realizar certas atividades e/ou problemas com o convívio social podem além de agravar a dor, gerar outras enfermidades relacionadas a saúde mental.

Atividades que funcionam como terapias alternativas e complementares podem ajudar o tratamento. Além das atividades físicas, as massagens terapêuticas, meditação, e até mesmo a acupuntura podem auxiliar no combate ou na melhora da dor. Mas lembre-se de consultar o seu médico antes de iniciar uma atividade de qualquer espécie.

 

Rephyll – Alívio para a dor (sem efeitos colaterais)

Medicamentos prescritos para o tratamento da dor, como analgésicos, anti-inflamatórios e opioides podem até resolver momentaneamente um problema, mas por apresentarem uma série de efeitos colaterais como dores de estomago, diarreia ou constipação, náuseas, entre muitos outros, acabam se tornando tão incômodos quanto a dor original.

Como alternativa, a Vepakum Farma trouxe com exclusividade REPHYLL® para o mercado brasileiro. REPHYLL® é um Fitocanabinóide, e o β-Cariofileno presente em REPHYLL® se liga seletivamente aos receptores canabinóides CB2, proporcionando o alívio para dor.

Além de possuir propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, REPHYLL® não causa efeitos colaterais, presentes em outros produtos do mercado. REPHYLL® é um produto VEGANO e 100% natural.

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A importância de realizar um check-up médico anual

Você costuma a fazer exames de rotina anuais? Não importa se você é homem, mulher, tem 20, 30, 40 ou 50 anos de idade, o ideal é que seja feito um check-up uma vez ao ano. Mesmo que você esteja se sentindo muito bem, realizar alguns exames propicia uma análise mais assertiva para os fatores de risco para a sua saúde, além de detectar e prevenir possíveis doenças.

Quando realizamos exames preventivos, podemos detectar doenças silenciosas ainda em sua fase inicial. Colesterol, diabetes, doenças cardiovasculares e até mesmo vários tipos de câncer podem ser detectados precocemente, facilitando as possibilidades de cura.

A importância desse check-up se torna ainda maior para pessoas que possuem algum fator de risco para a saúde. Um médico poderá determinar quais são e qual a frequência dos exames necessários para quem possui fatores de risco como:

 

São considerados fatores de risco

– Fumantes
– Sobrepeso e Obesidade
– Sedentários
– Histórico de doenças na família
– Má alimentação
– Apresentar alguns sintomas frequentes como dores pelo corpo, palpitações ou taquicardia, fraqueza, fadiga, entre outros.

 

Exames que podem ser pedidos para o check-up

Na consulta médica, o clínico geral ou o médico de família fará um diagnóstico levando em conta o histórico de família e vai solicitar uma série de exames de acordo com o que julgar necessário. A lista de exames pode variar de acordo com o sexo, idade e outros fatores detectados em consultório médico.

Os exames mais comuns são:
– Exame de pressão
– Exame de fezes e urina
– Exame de sangue
– Raio X (principalmente do tórax)
– Eletrocardiograma
– Glicemia

Para as mulheres, podem ser solicitados exames ginecológicos específicos como:

– Mamografia
– Papanicolau
– Ultrassonografia da mama e/ou pélvica
– Histeroscopia

Para os homens, dependendo da idade e do histórico familiar, também poderá ser solicitado o exame de próstata em seu check-up.

Consulte o seu médico e faça os seus exames regularmente. Prevenção é o melhor remédio!

Nutricionistas: Quem são? onde vivem? E como se alimentam?

Nutricionistas: Quem são? onde vivem? E como se alimentam?

As facilidades do mundo moderno e globalizado fizeram com que mudássemos essencialmente os nossos hábitos alimentares. Uma vez que aplicativos de delivery trazem uma infinidade de opções para a palma de nossas mãos, aquele sanduiche com batata frita grande e milkshake fica há apenas um clic de distância. É simples matar a fome que estava te matando.

Considerando o tempo cada vez mais escasso para a preparação das nossas refeições, optamos cada vez mais por alimentos que demandem pouco tempo para preparo e cocção, consideramos os congelados como uma forma eficaz de alimentação “saudável”, e são por vezes, os nossos melhores amigos. Afinal, ou é a marmitinha congelada recheada de conservantes e ultraprocessados com alto teor de sódio, açúcar, calorias, aditivos químicos e outros, ou a boa e velha Pizza Marguerita. Tendemos a nos sentir mais confortáveis com a ideia de que estamos nos alimentando de forma saudável ao optar pelas diversas opções congeladas de frango com batata doce.

Mas quando a nossa saúde reclama ou todas as nossas roupas encolhem ao redor dos quilinhos a mais gerados pelo excesso de falta de tempo para nós mesmos, recorremos ao profissional especialista em nos fazer enxergar como uma alimentação balanceada esta envolvida em todos os aspectos do nosso dia-a-dia como a melhora da cognição, ganho de energia para realização de atividades físicas a até mesmo uma boa noite de sono.

Segundo o CFN (Conselho Federal de Nutricionistas), Nutricionistas são definidos como:

“O nutricionista é um profissional com formação generalista, humanista e crítica, capacitado a atuar visando à segurança alimentar e à atenção dietética, em todas as áreas do conhecimento em que a alimentação e nutrição se apresentem fundamentais para a promoção, manutenção e recuperação da saúde e prevenção de doenças de indivíduos ou grupos populacionais, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida, pautado em princípios éticos, com reflexões sobre a realidade econômica, política, social e cultural”.

No mês em que se comemora o dia do Nutricionista a ideia de se conscientizar a respeito do que se come diariamente é fundamental, e este profissional é de extrema importância neste processo, pois é responsável por planejar programas de alimentação adequados e individualizadas que auxiliam na melhora da qualidade de vida e saúde dos seus pacientes. O papel deste profissional vai muito além de prescrições de dietas para emagrecimento e diminuição de medidas, sua função é promover a saúde através de uma dieta específica e personalizada. Afinal, se nossos corpos são diferentes, e porque não suas necessidades também?

Em outras palavras o nutricionista é o intérprete de toda informação relacionada a nutrição que recebemos, voltado para uma alimentação de qualidade, de acordo com idade, metabolismo, disponibilidade para prática de exercícios físicos, intolerâncias e alergias (como intolerantes a lactose ou glúten).

 

O Nutricionista e a suplementação

Como comentamos no início, por diversos motivos, nem sempre conseguimos ter como hábito realizar uma alimentação balanceada e baseada somente em alimentos saudáveis. Portanto, para dar aquela forcinha, é necessária a avaliação e orientação de um Nutricionista para a possível utilização de suplementos alimentares para composição de uma dieta equilibrada.

Atualmente e principalmente devido à mudança do estilo de vida das pessoas, visando saúde e longevidade, houve um aumento considerável no mercado de suplementos alimentares. No Brasil, estima-se que em 2018 este mercado tenha crescido em torno de 12%.

 

Ativos Nutracêuticos no Mercado Magistral

As fórmulas magistrais, ou seja, aquelas que são adquiridas em farmácias de manipulação, permitem ao Nutricionista realizar prescrições e combinações de ativos nutracêuticos, possibilitando formulações individualizadas de acordo com a necessidade de cada paciente. É uma área em grande expansão e que pode ser explorada pelo Nutricionista, visando não somente a promoção da saúde, mas também auxiliando em tratamentos estéticos.

Por isso, se você almeja uma vida saudável, procure um Nutricionista. Este profissional será capaz de avaliar suas necessidades e orientá-lo visando a sua qualidade de vida, longevidade, e claro, promovendo a sua saúde.

Mas lembre-se, comer é bom, e comer bem é melhor ainda!

 

Já dizia o pai da Medicina, Hipócrates: faz do alimento teu remédio e do teu remédio tua alimentação! Quanto mais colorida for sua a refeição, mais apetitosa e saudável ela será!!

Mindful Eating: fique de bem com a alimentação

Mindful Eating: fique de bem com a alimentação

Como você vem fazendo suas refeições? Você consegue focar na sua comida ou não tira os olhos do celular? Prestou atenção nos nutrientes que ingeriu? Se você anda negligenciando muito o momento das refeições, apresentamos a você um novo estilo de vida que irá despertar uma relação mais atenta e harmoniosa com a sua alimentação.

A mindful eating é uma técnica que propõe o “comer com atenção plena”, bastante usada na nutrição comportamental. Pode ser aplicada para tratar distúrbios alimentares ou, simplesmente, ajudar em uma alimentação mais consciente. Vários endocrinologistas e nutricionistas já adotam essa linha e usam uma série de ferramentas práticas.

A técnica é baseada no livro Mindful Eating – Comer com Atenção Plena. A ideia é dar mais atenção ao que colocamos na boca – e, assim, aproveitar uma refeição de forma mais saudável e saborosa. Há todo um processo, que é abordado no livro para de fato internalizar a proposta do mindful eating na rotina. O método promete tornar a dieta mais gostosa e saudável.

Para que o mindful seja incorporado no dia a dia, o livro está recheado de exercícios e orientações. O objetivo é dar os instrumentos para que cada leitor entre nessa jornada de autoconhecimento e, no fim das contas, revise hábitos alimentares. Embora não seja o objetivo principal do método, uma das consequências talvez seja a perda de peso. Afinal, ao se alimentar de maneira consciente, é possível que o indivíduo acabe comendo menos. Mas sempre, sempre com prazer.

 

Os princípios de comer com atenção plena

– Permitir a si mesmo a tornar-se consciente das oportunidades positivas e carinhosas que estão disponíveis através da seleção e preparação dos alimentos, respeitando a sua própria sabedoria interior.
– Usar todos os seus sentidos na escolha do que comer para que seja gratificante para você e nutritivo para o seu corpo.
– Reconhecer respostas aos alimentos (gostos, desgostos ou neutro) sem julgamento.
– Se tornar consciente da fome e saciedade físicas para guiar suas decisões para começar e parar de comer.

 

Comer de maneira consciente

Quando comemos de maneira consciente reconhecemos que não há maneira certa ou errada para comer, mas diferentes graus de consciência que cercam a experiência dos alimentos. Podemos aceitar que as nossos experiências alimentares são únicas.

Direcionamos, então, a atenção para comer momento a momento, ganhando confiança de como pode fazer escolhas que suportem a saúde e o nosso bem estar. Se torna consciente da interligação de terra, os seres vivos, das práticas culturais e o impacto de suas escolhas alimentares nesses sistemas.

A prática de mindful eating como terapia auxiliar no tratamento da obesidade

A prática de mindful eating vem sendo aplicada em estudos que visam a perda de peso. Para isso, foi realizado um levantamento bibliográfico em estudos científicos. Em resumo, acredita-se que as intervenções para a obesidade estão relacionadas a redução do consumo de calorias e aumento da execução de atividades físicas. Desta forma, o mindful eating é eficaz devido a solidificação das escolhas alimentares em detrimento dos casos de compulsão alimentar. Sendo assim, embora o mindful eating não seja a única terapia no tratamento da obesidade ele pode ser utilizado como ferramenta auxiliar no seu tratamento.

 

Alguns ensinamentos das autoras do livro Mindful Eating – Comer com Atenção Plena

1. Desconecte-se à mesa! Nada de ficar no celular nas refeições.
2. Prepare-se para comer: respire fundo e observe com olhar curioso os alimentos.
3. Sente-se à mesa de uma forma confortável.
4. Utilize os talheres a seu favor: descanse-os, troque para a mão não dominante e aprecie tudo com calma.
5. Delicie cada mordida: preste atenção no cheiro, na temperatura e na textura da comida.
6. Feche os olhos em algumas garfadas para estar mais presente.
7. Pense na origem e na cadeia produtiva que permite aos alimentos chegarem ao seu prato.
8. Observe o que sente: conforto, alegria, satisfação…
9. Desligue o julgamento sobre nutrientes e calorias.
10. Aprecie o entorno: onde e com quem está.
11. Tente dar uma nota para sua fome e para sua saciedade.
12. Finalize contemplando e agradecendo pela refeição.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

6 vilões da alimentação para as estrias e celulites

6 vilões da alimentação para as estrias e celulites

Sendo uma das maiores preocupações estéticas no Brasil e no mundo, as estrias e as celulites são um problema na vida da maioria das mulheres.

As estrias ocorrem a partir de um rompimento das fibras de colágeno, responsáveis pela firmeza e elasticidade da pele. Quando a pele passa por um estiramento rápido, que pode ser gerado por um crescimento abrupto, gravidez, ganho de peso ou até mesmo implantes de silicone, essas fibras se rompem, dando origem as estrias.

Já a celulite ocorre através do acúmulo de gordura localizada, retenção de líquidos e toxinas presentes no tecido adiposo. Isso faz com que o sangue fique viçoso e ocorram problemas circulatórios na região, provocando uma inflamação. O excesso de colágeno produzido para conter essa inflamação acaba agrando o quadro, criando nódulos e ondulações. Problemas hormonais, sedentarismo, fatores genéticos e o sobrepeso, também são outros fatores que podem contribuir para a celulite.

Mas você sabia que pode evitá-las moderando o consumo de certos alimentos. Veja a lista abaixo:

 

1. Açúcar e doces:

A questão aí é o autocontrole! O problema não são os doces por si só, mas sim o exagero no consumo.

Mesmo sendo essencial para o fornecimento de energia no corpo humano, o açúcar presente nos doces, quando consumido em excesso, é armazenado em forma de gordura, agravando as celulites e as estrias.

 

2. Farinha branca:

Seguindo a mesma premissa do item anterior, produtos provenientes da farinha branca, como pães, massas, bolos e afins são transformados rapidamente em açúcar no organismo. Como alternativa, busque sempre produtos integrais.

Não se esqueça de que o arroz branco também segue incluso nessa lista. Cuidado com os excessos!

 

3. Frituras:

Frituras são nada mais nada menos do que o que??? GORDURAS!

Sim, tome cuidado na ingestão desses alimentos! A gordura proveniente deles é rapidamente absorvida pelo organismo e acumulada no tecido adiposo. Além disso, alimentos ricos em gorduras saturadas e gordura trans estimulam os processos inflamatórios da pele, agravando ainda mais os casos de celulite e estrias.

 

4. Alimentos Processados e ricos em sódio:

O Sal, se não consumido moderadamente, provoca a retenção de líquidos, favorecendo o aparecimento da celulite. O sal ainda resseca a pele, dificulta a sua regeneração e facilita o surgimento das estrias. A Recomendação diária de sal fica em torno de 2g, já inclusos também o sódio contido em alimentos industrializados.

Os alimentos processados contêm quantidades significativas dos 3 maiores vilões da saúde da pele: açúcares, gorduras e sal(sódio), já citados nos itens acima. Portanto, fuja dos industrializados e procure consumir mais alimentos de origem natural.

 

5. Lactose:

Muito cuidado com alimentos como: leite, queijo, iogurte, requeijão. Esses alimentos são ricos em lactose, que por sua vez, tem um efeito muito parecido com o sal no organismo, facilitando a retenção de líquidos. Então, consuma com moderação.

Como alternativa, o mercado disponibiliza versões ZERO LACTOSE desses alimentos.

 

6. Álcool:

Um grande inimigo não só da pele, mas da saúde no geral. A desidratação provocada pelas bebidas alcoólicas prejudica a circulação e causam retenção de líquidos e ainda por cima, são extremamente calóricas, levando ao acúmulo de gordura.

Se for beber, consuma com moderação e beba água durante o processo para evitar a desidratação.

 

Solução dermocosmética:

Aqui na Vepakum Farma, contamos com ativos que ajudam a combater o problema das estrias e da celulite e deixas suas pernas firmes e lisinhas. Segue uma sugestão de fórmula desenvolvida especialmente para você:

RHODYSTEROL™ é um extrato de alga vermelha que reduz o tecido gorduroso em até 7%, -17,6% da dor e inflamação e -15% no efeito casca de laranja na pele.

LIFTONIN®-XPERT reduz em até 212% a aparência visível das estrias, recuperando a firmeza da pele e devolvendo a autoestima da mulher.

SESAFLASH™ proporciona suavização da pele de forma eficaz e visível, e conta com ação tensora de nova geração para garantir rejuvenescimento, conforto e hidratação rápida.

 

Gel Creme Redutor de Celulite e Estrias

Rhodysterol™ – 5,0%
Liftonin®-Xpert – 3,0%
Sesaflash™ – 5,0%
Base Sepigel™ 305 qsp – 30g

Agora é só mandar manipular!

Páscoa: Sabia que o chocolate pode fazer bem a saúde?

Páscoa: Sabia que o chocolate pode fazer bem a saúde?

Abril chegou e com ele vem também uma das datas mais deliciosas do ano e claro, acompanhada de muito chocolate: a Páscoa!!! Muitas pessoas acreditam que chocolate é um vilão na alimentação e que seu consumo pode ter como consequência o famoso ganho de peso indesejado, mas vale lembrar que o Cacau é uma fonte riquíssima de nutrientes e quando consumido com moderação pode trazer diversos benefícios à nossa saúde.

A matéria prima base para fabricação do chocolate é a semente do cacau, que é grande fonte de nutrientes como por exemplo os polifenóis, que são substâncias ricas em antioxidantes e trazem grandes benefícios à saúde. É também fonte de magnésio e triptofano, substâncias que estimulam a produção de endorfina e serotonina (responsáveis pela sensação de prazer e bem estar).

 

Quais são as opções encontradas no mercado?

Atualmente no mercado existem diversas opções com diferentes teores na concentração de cacau, mas você sabe qual é a diferença entre eles?

O chocolate conhecido como “ao leite” é composto por massa de cacau, manteiga de cacau, açúcar e leite. Portanto, trata-se de um alimento com alto valor calórico e poucos benefícios provenientes do cacau, já que em sua composição há uma grande mistura de ingredientes e a proporção de massa de cacau, que é a parte nutritiva, acaba sendo baixa.

Outras opções são os que possuem concentração entre 50 e 100% de Cacau, são os mais conhecidos como “meio amargo” ou “amargo”. Nestes, a composição baseia-se em massa de cacau, manteiga de cacau e açúcar, lembrando que quanto maior o teor de cacau, ou seja quanto maior quantidade de massa de cacau, menos gordura e açúcar ele terá.

Existe também o chocolate branco que é composto por manteiga de cacau, leite e açúcar, ou seja, possui baixíssima concentração de nutrientes e alto valor calórico pois em sua composição não há massa de cacau.

Uma outra opção bem saudável é o chocolate funcional. Geralmente em sua formulação não contém açúcar, gordura trans, gluten ou lactose, ideal para quem quer manter a saúde e aproveitar todos os benefícios deste alimento. Além disso, é um produto que pode ser manipulado em farmácias especializadas, sendo possível enriquece-lo com vários ativos como compostos bioativos, probióticos, compostos vitamínicos, dentre outros.

 

Chocolate pode sim! Mas com moderação.

O chocolate é um produto que pode ser consumido diariamente desde que sejam escolhidas opções com maior percentual de cacau e é claro, mesmo sendo nutritivo é considerado calórico até mesmo nas opções com alta concentração de cacau. Portanto, em dietas restritivas deve-se consumi-lo com moderação. Na dúvida converse com seu Nutricionista, ele poderá elaborar um plano alimentar adequado à sua saúde e é claro, se possível incluir um pedacinho de chocolate no seu dia.

 

 

 

 

 

 

 

 

O impacto do mau funcionamento do intestino à saúde

O impacto do mau funcionamento do intestino à saúde

Todos sabemos da importância de uma alimentação balanceada e rica em nutrientes para a manutenção da saúde como um todo, mas com a correria do dia a dia às vezes optamos por uma alimentação rápida e pouco saudável, o que pode impactar em vários fatores como por exemplo o mau funcionamento do intestino e consequente diminuição da nossa função imunológica.

Um intestino que não funciona direito impacta diretamente na qualidade de vida de uma pessoa, tanto para quem sofre com o intestino preso/constipação quanto para quem sofre do problema inverso e tem diarreias constantes.

A prisão de ventre afeta entre 20% e 30% da população brasileira, de acordo com o Ministério da Saúde. A constipação não está presente apenas na vida das pessoas que não conseguem ir ao banheiro, mas também nas pessoas que não tem qualidade ao evacuar, mesmo indo ao banheiro 1, 2 ou 3 vezes por dia. Muitas vezes o desconforto e a sensação de mau estar gerados tornam momentos de lazer, em situações incômodas.

Festas, reuniões, viagens dentre outras atividades, também podem virar um problema para quem sofre com o intestino solto. Quando a necessidade aparece, não há o que segure, e situações que poderiam ser confortáveis podem se tornar constrangedoras. Imagina aquela vontade incontrolável de ir ao banheiro em um passeio ou então no meio de uma reunião do trabalho? Só quem lida com isso em sua rotina sabe do que estamos falando.

O intestino também é responsável pela produção de hormônios, como por exemplo a serotonina, responsável pela sensação de bem estar e felicidade. Portanto, muito se fala de como a relação cérebro/intestino pode influenciar na qualidade de vida de um indivíduo.

 

E esse problema tem solução?

Atualmente existem no mercado alguns produtos chamados de Pré e Probióticos que quando suplementados, auxiliam na composição e regulação da flora intestinal. Os Prebióticos são componentes que estimulam a proliferação de bactérias desejáveis presentes em nosso intestino, ou seja, são alimentos para essas bactérias (Carboidratos não-digeríveis). Já os Probióticos, são produtos que contém estas bactérias benéficas.

 

Quais os alimentos que ajudam na saúde do intestino?

Quanto aos alimentos ricos em Prebióticos, algumas das principais fontes são a cebola, alho, maçã, alho poró, banana verde, semente de linhaça, farelo de trigo, cevada e aveia. Já com relação aos Probióticos, podemos considerar como fonte o iogurte natural, leite fermentado, kefir, dentre outros.

 

E quanto à Suplementação?

Olix 95 é um nutracêutico prebiótico com diversos estudos clínicos que comprovam o crescimento seletivo de probióticos benéficos na flora intestinal. Eles estimulam a atividade de bactérias benéficas já existentes no intestino. Possui sabor agradável, excelente efetividade em baixas doses e fácil administração, podendo ser consumido com sucos, frutas ou até mesmo diluído em água.

A suplementação contribui para melhora do funcionamento intestinal, aumento da absorção de minerais, controle da obesidade e colesterol, diminuição de doenças inflamatórias e infecções.

 

Gostou da dica? Consulte seu médico ou nutricionista e aproveite os benefícios oferecidos pelo Olix 95.

Publicado em:

julho 14, 2020

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